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COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES (CIPA) NR-5

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES (CIPA) NR-5


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A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) deve promover a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível, permanentemente, o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. Para tanto, os profissionais devem estar devidamente capacitados para tal fim.

Importante

A NR-5 – CIPA destaca que a empresa é obrigada a promover treinamento anualmente, mesmo que não se enquadre no Quadro I, ou seja, mesmo que não seja obrigada a constituí-la. Nesse caso, indicando e treinando um responsável pelo cumprimento da NR-5. Além dos aspectos ligados à segurança e saúde dos empregados, existe multa aos estabelecimentos infratores, conforme estabelecido na NR-28.

>> Carga Horária

20 horas

>> Objetivo

O treinamento tem como objetivo fornecer conhecimentos básicos sobre riscos ocupacionais, análise de acidentes, medidas de controle de riscos e organização da CIPA, bem como noções de combate a incêndio e primeiros socorros.

>> Público-Alvo        

Membros da CIPA, efetivos e suplentes, eleitos pelos empregados e os indicados pelo empregador. Em caráter complementar, outros participantes, como diretores, gestores de RH, gerentes, supervisores e demais colaboradores não necessariamente integrantes da CIPA.

>> Requisitos

Idade: Ser maior de 18 anos.

Escolaridade: Exigimos que o treinando saiba ler e escrever, pois todo material didático apresentado e fornecido no treinamento depende dessa capacidade mínima.

Vestimenta: O aluno deve comparecer com roupa adequada e confortável, bem como calçado de segurança, para a realização das atividades práticas.

Saúde: A aptidão deve ser consignada no atestado de saúde ocupacional do trabalhador.

Atraso: A tolerância máxima é de 30min. Caso o aluno ultrapasse os 30min tolerados, não será permitida a realização do treinamento.

>> Conteúdo Programático

  • Regulamentações do MTE.
  • Introdução a segurança do trabalho.
  • Organização da CIPA.
  • Riscos ambientais.
  • Mapa de risco.
  • Equipamentos de proteção coletiva.
  • Equipamentos de proteção individual.
  • Inspeção de segurança.
  • Técnicas de análise de riscos.
  • Prevenção de acidentes.
  • Investigação dos acidentes.
  • Consequências dos acidentes.
  • Doenças ocupacionais.
  • Noções previdenciárias.
  • Competência legal.
  • HIV.
  • Proteção e combate a incêndio.
  • Primeiros socorros.

>> Material Fornecido

Apostila

Certificado

>> Avaliação

Para receber o certificado de conclusão de curso/treinamento, o participante deverá obter 70% de aproveitamento, tanto na parte prática, quanto na parte teórica. A avaliação prática é feita ao longo do curso/treinamento, no qual o instrutor observará o aproveitamento e as técnicas adquiridas pelo participante através das atividades de simulação. A avaliação teórica é realizada por meio de prova, com questões de múltipla escolha, conforme os conteúdos específicos do curso. Além da avaliação, o aluno deverá frequentar 100% do curso/treinamento. Os alunos que obtiverem faltas não receberão os certificados.

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EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) NR-6

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) NR-6


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O EPI é um dispositivo de uso pessoal, destinado a preservar a saúde e integridade física do trabalhador no cumprimento das atividades. São regulamentados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (NR-6). A empresa está obrigada a fornecer, orientar e treinar os colaboradores quanto a utilização dos EPIs.

>> Carga Horária

6 horas

>> Objetivo

O treinamento tem como objetivo orientar e treinar o trabalhador sobre os tipos, uso adequado, guarda, legislação, conservação e higienização dos EPIs.

>> Público-Alvo

Trabalhadores em geral, que necessitam de orientações no sentido de conscientizar sobre a importância e a maneira correta de fazer uso dos EPIs.

>> Requisitos

Idade: Ser maior de 18 anos.

Escolaridade: Exigimos que o treinando saiba ler e escrever, pois todo material didático apresentado e fornecido no treinamento depende dessa capacidade mínima.

Vestimenta: O aluno deve comparecer com roupa adequada e confortável, bem como calçado de segurança, para a realização das atividades práticas.

Saúde: A aptidão deve ser consignada no atestado de saúde ocupacional do trabalhador.

Atraso: A tolerância máxima é de 30min. Caso o aluno ultrapasse os 30min tolerados, não será permitida a realização do treinamento.

>> Conteúdo Programático

  • Definição de Segurança do Trabalho.
  • Norma Regulamentadora – NR 06, Conceito Legal TEM.
  • Obrigatoriedade.
  • Obrigações do empregador.
  • Obrigações do trabalhador.
  • Conceitos de EPIs.
  • Tipos de EPIs.
  • Uso correto do EPI.
  • Proteção para a cabeça.
  • Proteção dos olhos e face.
  • Proteção auditiva.
  • Proteção respiratória.
  • Proteção do tronco.
  • Proteção para os membros superiores.
  • Proteção para os membros inferiores.
  • Proteção para o corpo inteiro.
  • Proteção para a pele.
  • Proteção contra quedas com diferença de nível.
  • Vestimentas de segurança.
  • Vestimentas de trabalho no SEP (Sistema Elétrico de  Potência).
  • Acidentes por mau uso do EPI.
  • Vantagens e benefícios do uso correto dos EPI’s.
  • Limpeza de EPI’s de uso pessoal.
  • Proteção e combate a incêndio.
  • Primeiros socorros.

>> Material Fornecido

Apostila

Certificado

>> Avaliação

Para receber o certificado de conclusão de curso/treinamento, o participante deverá obter 70% de aproveitamento, tanto na parte prática, quanto na parte teórica. A avaliação prática é feita ao longo do curso/treinamento, no qual o instrutor observará o aproveitamento e as técnicas adquiridas pelo participante através das atividades de simulação. A avaliação teórica é realizada por meio de prova, com questões de múltipla escolha, conforme os conteúdos específicos do curso. Além da avaliação, o aluno deverá frequentar 100% do curso/treinamento. Os alunos que obtiverem faltas não receberão os certificados.

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SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE NR-10

SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE NR-10


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Esta Norma Regulamentadora estabelece os requisitos e condições mínimas, objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores, que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.

Existem dois tipos de treinamento, para atender as necessidades da empresa, sendo diferenciados pela tensão envolvida.

- Básico – Obrigatório aos profissionais que trabalham, direta ou indiretamente, com baixa e/ou média tensão;

- Complementar – Obrigatório para os profissionais que trabalham, direta ou indiretamente, com alta tensão (AT) e Sistema Elétrico de Potência (SEP).

- Reciclagem – Obrigatória após dois anos.

>> Requisitos

Idade: Ser maior de 18 anos.

Escolaridade: Exigimos que o treinando saiba ler e escrever, pois todo material didático apresentado e fornecido no treinamento depende dessa capacidade mínima.

Vestimenta: O aluno deve comparecer com roupa adequada e confortável, bem como calçado de segurança, para a realização das atividades práticas.

Saúde: A aptidão deve ser consignada no atestado de saúde ocupacional do trabalhador.

Atraso: A tolerância máxima é de 30min. Caso o aluno ultrapasse os 30min tolerados, não será permitida a realização do treinamento.

>> Material Fornecido

Apostila

Certificado

>> Avaliação

Para receber o certificado de conclusão de curso/treinamento, o participante deverá obter 70% de aproveitamento, tanto na parte prática, quanto na parte teórica. A avaliação prática é feita ao longo do curso/treinamento, no qual o instrutor observará o aproveitamento e as técnicas adquiridas pelo participante através das atividades de simulação. A avaliação teórica é realizada por meio de prova, com questões de múltipla escolha, conforme os conteúdos específicos do curso. Além da avaliação, o aluno deverá frequentar 100% do curso/treinamento. Os alunos que obtiverem faltas não receberão os certificados.

  • BÁSICO
  • COMPLEMENTAR
  • RECICLAGEM

>> Carga Horária

40 horas

>> Objetivo

O treinamento tem a finalidade de capacitar trabalhadores autorizados a desempenhar atividades que envolvam energia elétrica em Baixa Tensão (BT).

>> Público-Alvo

Trabalhadores, que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade de Baixa Tensão (BT).

>> Conteúdo Programático

  • Introdução à Segurança com Eletricidade.
  • Riscos em instalações e serviços com eletricidade.
  • Técnicas de análise de risco.
  • Medidas de controle do risco elétrico.
  • Normas Técnicas Brasileiras – NBR da ABNT: NBR-5410, NBR 14039 e outras.
  • Regulamentações do Ministério do Trabalho e Cultura (MTE).
  • Equipamentos de proteção coletiva.
  • Equipamentos de proteção individual.
  • Rotinas de trabalho – procedimentos.
  • Documentação de instalações elétricas.
  • Riscos adicionais.
  • Proteção e combate a incêndios.
  • Acidentes de origem elétrica.
  • Primeiros socorros.
  • Responsabilidades.

>> Carga Horária

40 horas

>> Objetivo

O treinamento tem a finalidade de capacitar trabalhadores autorizados a desempenhar atividades que envolvam energia elétrica em Alta Tensão (AT) e Sistema Elétrico de Potência (SEP).

>> Público-Alvo

Trabalhadores, que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade em Alta Tensão (AT) e Sistema Elétrico de Potência (SEP).

>> Conteúdo Programático

  • Organização do Sistema Elétrico de Potência (SEP).
  • Organização do trabalho.
  • Aspectos comportamentais.
  • Condições impeditivas para serviços.
  • Riscos típicos no SEP e sua prevenção.
  • Técnicas de análise de Risco no Sistema Elétrico de Potência (SEP).
  • Procedimentos de trabalho – análise e discussão.
  • Técnicas de trabalho sob tensão.
  • Equipamentos e ferramentas de trabalho.
  • Sistemas de proteção coletiva.
  • Equipamentos de proteção individual.
  • Posturas e vestuários de trabalho.
  • Segurança com veículos e transporte de pessoas, materiais e equipamentos.
  • Sinalização e isolamento de áreas de trabalho.
  • Liberação de instalação para serviço e para operação e uso.
  • Treinamento em técnicas de remoção, atendimento e transporte de acidentados.
  • Acidentes típicos.
  • Responsabilidades.

>> Carga Horária

40 horas

>> Objetivo

O treinamento tem a finalidade de capacitar trabalhadores autorizados a desempenhar atividades que envolvam energia elétrica em Alta Tensão (AT) e Sistema Elétrico de Potência (SEP).

>> Público-Alvo

Trabalhadores, que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade em Alta Tensão (AT) e Sistema Elétrico de Potência (SEP).

>> Conteúdo Programático

  • Organização do Sistema Elétrico de Potência (SEP).
  • Organização do trabalho.
  • Aspectos comportamentais.
  • Condições impeditivas para serviços.
  • Riscos típicos no SEP e sua prevenção.
  • Técnicas de análise de Risco no Sistema Elétrico de Potência (SEP).
  • Procedimentos de trabalho – análise e discussão.
  • Técnicas de trabalho sob tensão.
  • Equipamentos e ferramentas de trabalho.
  • Sistemas de proteção coletiva.
  • Equipamentos de proteção individual.
  • Posturas e vestuários de trabalho.
  • Segurança com veículos e transporte de pessoas, materiais e equipamentos.
  • Sinalização e isolamento de áreas de trabalho.
  • Liberação de instalação para serviço e para operação e uso.
  • Treinamento em técnicas de remoção, atendimento e transporte de acidentados.
  • Acidentes típicos.
  • Responsabilidades.

 

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SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE CALDEIRAS NR-13

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE CALDEIRAS NR-13

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Esta Norma Regulamentadora estabelece requisitos mínimos para gestão da integridade estrutural de caldeiras a vapor, vasos de pressão e suas tubulações de interligação nos aspectos relacionados à instalação, inspeção, operação e manutenção, visando à segurança e saúde dos trabalhadores.

De acordo com a NR-13, será considerado operador de caldeiras aquele que possuir certificado de Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras, supervisionado por profissional habilitado e ministrado por profissionais capacitados, obedecendo, no mínimo, o currículo proposto no Anexo I-A, de 40 horas.

Obrigatório aos profissionais que operam caldeiras das categorias A, B e C.

- Estágio Supervisionado – Todo operador de caldeira deve cumprir estágio prático na operação da caldeira que irá operar, o qual deve ser supervisionado, documentado e ter duração mínima de:

a) caldeiras categoria A – 80 horas

b) caldeiras categoria B – 60 horas

c) caldeiras categoria C – 40 horas

- Reciclagem – Conforme a NR-13, ANEXO I, item A1.7, deve ser realizada capacitação, para reciclagem dos trabalhadores envolvidos, direta ou indiretamente, com a operação das instalações, sempre que nelas ocorrerem modificações significativas na operação de equipamentos pressurizados ou troca de métodos, processos e organização do trabalho. Deve ocorrer, também,  quando o profissional for destinado a operar caldeiras diferentes daquelas para as quais foi treinado.

>> Carga Horária

40 horas

>> Objetivo

O treinamento tem o objetivo de capacitar os profissionais a realizar a operação de caldeiras com segurança, de forma a evitar acidentes e a preservar as boas condições do equipamento, controlando o funcionamento dos equipamentos e a qualidade da água, de acordo com a legislação vigente.

>> Público-Alvo

Toda pessoa, de ambos os sexos, maior de idade, que tenha concluído o ensino fundamental e que tenha concluído o curso de Operador de Caldeiras ou comprove conhecimento e experiência mínima de três anos referentes a essa qualificação, adquiridos em outros cursos, no trabalho ou em outros meios informais.

>> Requisitos

Idade: Ser maior de 18 anos.

Escolaridade: Exigimos que o treinando saiba ler e escrever, pois todo material didático apresentado e fornecido no treinamento depende dessa capacidade mínima.

Vestimenta: O aluno deve comparecer com roupa adequada e confortável, bem como calçado de segurança, para a realização das atividades práticas.

Saúde: A aptidão deve ser consignada no atestado de saúde ocupacional do trabalhador.

Atraso: A tolerância máxima é de 30min. Caso o aluno ultrapasse os 30min tolerados, não será permitida a realização do treinamento.

>> Conteúdo Programático

NOÇÕES DE GRANDEZAS FÍSICAS E UNIDADES

  • Pressão.
  • Pressão atmosférica.
  • Pressão interna de um vaso.
  • Pressão manométrica, pressão relativa e pressão absoluta.
  • Unidades de pressão.
  • Calor e temperatura.
  • Noções Gerais: o que é calor e temperatura.
  • Modos de transferência de calor.
  • Calor específico e calor sensível.
  • Transferência de calor a temperatura constante.
  • Vapor saturado e vapor superaquecido.
  • Tabela de vapor saturado.

CALDEIRAS – CONSIDERAÇÕES GERAIS

  • Considerações gerais.
  • Tipos de caldeiras e as utilizações.
  • Partes de uma caldeira.
  • Caldeiras flamotubulares
  • Caldeiras aquotubulares.
  • Caldeiras elétricas.
  • Caldeiras a combustíveis sólidos.
  • Caldeiras a combustíveis líquidos.
  • Caldeiras a gás.
  • Queimadores.
  • Instrumentos e dispositivos de controle de caldeiras.
  • Dispositivo de alimentação.
  • Visor de nível.
  • Sistema de controle de nível.
  • Indicadores de pressão.
  • Dispositivos de segurança.
  • Dispositivos auxiliares.
  • Válvulas e tubulações.
  • Tiragem de fumaça.

OPERAÇÃO DE CALDEIRAS

  • Partida e parada.
  • Regulagem e controle de temperatura, pressão, fornecimento de energia, nível de água e de poluentes.
  • Falhas de operação, causas e providências.
  • Roteiro de vistoria diária.
  • Operação de um sistema de várias caldeiras.
  • Procedimentos em situações de emergência.

TRATAMENTO DE ÁGUA E MANUTENÇÃO DE CALDEIRAS

  • Impurezas da água e as consequências.
  • Tratamento de água.
  • Manutenção de caldeiras.
  • Visita técnica.

PREVENÇÃO CONTRA EXPLOSÃO E OUTROS RISCOS

  • Riscos gerais de acidentes e riscos à saúde.
  • Riscos de explosão.
  • Sinistros em caldeiras.

LEGISLAÇÃO E NORMALIZAÇÃO

  • Normas Regulamentadoras.
  • Norma Regulamentadora NR13.
  • Sinistros em vasos de pressão.

>> Material Fornecido

Apostila

Certificado

>> Avaliação

Para receber o certificado de conclusão de curso/treinamento, o participante deverá obter 70% de aproveitamento, tanto na parte prática, quanto na parte teórica. A avaliação prática é feita ao longo do curso/treinamento, no qual o instrutor observará o aproveitamento e as técnicas adquiridas pelo participante através das atividades de simulação. A avaliação teórica é realizada por meio de prova, com questões de múltipla escolha, conforme os conteúdos específicos do curso. Além da avaliação, o aluno deverá frequentar 100% do curso/treinamento. Os alunos que obtiverem faltas não receberão os certificados.

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SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE VASOS DE PRESSÃO (UNIDADES DE PROCESSO) NR-13

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE VASOS DE PRESSÃO (UNIDADES DE PROCESSO) NR-13

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Esta Norma Regulamentadora estabelece requisitos mínimos para gestão da integridade estrutural de caldeiras a vapor, vasos de pressão e suas tubulações de interligação nos aspectos relacionados à instalação, inspeção, operação e manutenção, visando à segurança e saúde dos trabalhadores.

Obrigatório aos profissionais que atuam com unidades de processo.

- Estágio Supervisionado – Todo operador de unidades de processos deve cumprir estágio prático supervisionado e documentado na operação de vasos de pressão, com as seguintes durações mínimas:

a)      vasos de pressão categorias “I” ou “II” – 300 horas

b)      vasos de pressão categorias “III”, “IV” ou “V” – 100 horas

- Reciclagem – Conforme a NR-13, a reciclagem deve ser “…permanente, por meio de constantes informações das condições físicas e operacionais dos equipamentos, atualização técnica, informações de segurança, participação em cursos, palestras e eventos pertinentes”. Deve ocorrer, também, quando o profissional for destinado a operar caldeiras diferentes daquelas para as quais foi treinado.

>> Carga Horária

40 horas

>> Objetivo

O treinamento tem o objetivo de capacitar os profissionais a realizar a operação de unidades de processo com segurança, de forma a evitar acidentes e a preservar as boas condições do equipamento, controlando o funcionamento dos equipamentos e a qualidade da água, de acordo com a legislação vigente.

>> Público-Alvo

Profissionais que trabalham na operação de unidades de processos e vasos de pressão, além de profissionais da área de manutenção, segurança do trabalho e demais interessados em atuar na função de operador de unidades de processo.

>> Requisitos

Idade: Ser maior de 18 anos.

Escolaridade: Exigimos que o treinando saiba ler e escrever, pois todo material didático apresentado e fornecido no treinamento depende dessa capacidade mínima.

Vestimenta: O aluno deve comparecer com roupa adequada e confortável, bem como calçado de segurança, para a realização das atividades práticas.

Saúde: A aptidão deve ser consignada no atestado de saúde ocupacional do trabalhador.

Atraso: A tolerância máxima é de 30min. Caso o aluno ultrapasse os 30min tolerados, não será permitida a realização do treinamento.

>> Conteúdo Programático

NOÇÕES DE GRANDEZAS FÍSICAS E UNIDADES

  • Pressão.
  • Pressão atmosférica.
  • Pressão interna de um vaso.
  • Pressão manométrica, pressão relativa e pressão absoluta.
  • Unidades de pressão.
  • Calor e temperatura.
  • Noções Gerais: o que é calor e temperatura.
  • Modos de transferência de calor.
  • Calor específico e calor sensível.
  • Transferência de calor a temperatura constante.
  • Vapor saturado e vapor superaquecido.
  • Tabela de vapor saturado.

EQUIPAMENTOS DE PROCESSO

  • Trocadores de calor.
  • Tubulação, válvulas e acessórios.
  • Bombas.
  • Turbinas e ejetores.
  • Compressores.
  • Torres, vasos, tanques e reatores.
  • Fornos.
  • Caldeiras.

ELETRICIDADE

  • Eletricidade.
  • Eletrodinâmica.
  • Elementos de Circuito.
  • Lei de Ohm.
  • Leis de Kirchoff.
  • Potência.
  • Fator de potência.
  • Rendimento.
  • Instrumentos de medição.
  • Fusíveis.

INSTRUMENTAÇÃO

  • Instrumentos e dispositivos de controle.
  • Dispositivos de controle.
  • Indicadores de pressão.
  • Dispositivos de segurança.
  • Dispositivos auxiliares de segurança.
  • Dispositivos auxiliares.
  • Válvulas e tubulações.

OPERAÇÃO DA UNIDADE

  • Descrição do processo.
  • Partida e parada.
  • Procedimentos de emergência.
  • Descarte de produtos químicos e preservação do meio ambiente.
  • Avaliação e controle de riscos inerentes ao processo.
  • Prevenção contra deterioração, explosão e outros riscos.

PRIMEIROS SOCORROS

  • Regras universais de primeiros socorros.
  • avaliação da vítima.
  • Avaliação dos sinais vitais.
  • Parada cardiorespiratória.
  • Queimaduras.
  • Hemorragias.
  • Fraturas.
  • Convulções.
  • Envenenamentos.

LEGISLAÇÃO E NORMALIZAÇÃO

  • Normas Regulamentadoras.
  • Norma Regulamentadora NR13.
  • Sinistros em vasos de pressão.

>> Material Fornecido

Apostila

Certificado

>> Avaliação

Para receber o certificado de conclusão de curso/treinamento, o participante deverá obter 70% de aproveitamento, tanto na parte prática, quanto na parte teórica. A avaliação prática é feita ao longo do curso/treinamento, no qual o instrutor observará o aproveitamento e as técnicas adquiridas pelo participante através das atividades de simulação. A avaliação teórica é realizada por meio de prova, com questões de múltipla escolha, conforme os conteúdos específicos do curso. Além da avaliação, o aluno deverá frequentar 100% do curso/treinamento. Os alunos que obtiverem faltas não receberão os certificados.

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BRIGADA DE INCÊNDIO NR-23 (IT-17 DO CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO DE SÃO PAULO)

BRIGADA DE INCÊNDIO NR-23 (IT-17 DO CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO DE SÃO PAULO)

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Exigida por lei, a brigada de incêndio é uma condição geralmente necessária para a obtenção do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Esse documento certifica que a edificação possui as condições de segurança contra incêndio, contemplando medidas estruturais, técnicas e organizacionais integradas, que podem garantir à edificação proteção no segmento de segurança contra incêndios.
Brigadas de Incêndio são grupos de pessoas previamente treinadas, organizadas e capacitadas dentro de uma organização, empresa ou estabelecimento, para realizar atendimento em situações de emergência. Em geral, estão treinadas para atuar na prevenção e combate de incêndios, prestação de primeiros socorros e evacuação de ambientes.

Existem três tipos de treinamentos, para atender as necessidades da empresa, sendo diferenciados pela carga horária, técnicas e práticas:

- Básico
- Intermediário
- Avançado
- Reciclagem – Obrigatória após um ano.

>> Objetivo

O treinamento tem o objetivo de formar brigadistas capazes de atuar em situações emergenciais no âmbito empresarial, para operar equipamentos de combate a incêndios, auxiliar no plano de abandono, identificar produtos perigosos e reconhecer os riscos ou prestar os primeiros socorros, visando preservar a vida e o patrimônio.

>> Público-Alvo

Profissionais que atuam nas brigadas de combate a incêndio.

>> Requisitos

Idade: Ser maior de 18 anos.

Escolaridade: Exigimos que o treinando saiba ler e escrever, pois todo material didático apresentado e fornecido no treinamento depende dessa capacidade mínima.

Vestimenta: O aluno deve comparecer com roupa adequada e confortável, bem como calçado de segurança, para a realização das atividades práticas.

Saúde: A aptidão deve ser consignada no atestado de saúde ocupacional do trabalhador.

Atraso: A tolerância máxima é de 30min. Caso o aluno ultrapasse os 30min tolerados, não será permitida a realização do treinamento.

>> Material Fornecido

Apostila

Certificado

>> Avaliação

Para receber o certificado de conclusão de curso/treinamento, o participante deverá obter 70% de aproveitamento, tanto na parte prática, quanto na parte teórica. A avaliação prática é feita ao longo do curso/treinamento, no qual o instrutor observará o aproveitamento e as técnicas adquiridas pelo participante através das atividades de simulação. A avaliação teórica é realizada por meio de prova, com questões de múltipla escolha, conforme os conteúdos específicos do curso. Além da avaliação, o aluno deverá frequentar 100% do curso/treinamento. Os alunos que obtiverem faltas não receberão os certificados.

  • BÁSICO
  • INTERMEDIÁRIO
  • AVANÇADO
  • RECICLAGEM

>> Carga Horária

8 horas

>> Conteúdo Programático

  • Introdução à prevenção e combate a incêndio.
  • Aspectos legais.
  • Elementos do fogo.
  • Triângulo do fogo.
  • Estado físico dos materiais combustíveis.
  • Ponto de inflamabilidade.
  • Fontes e transmissão de calor, Formas de propagação do fogo. Classificação dos incêndios.
  • Princípios de extinção do fogo.
  • Agentes extintores e utilização.
  • Primeiros socorros em vítimas de incêndio.
  • Abandono de área.

>> Carga Horária

16 horas

>> Conteúdo Programático

  • Introdução à prevenção e combate a incêndio.
  • Aspectos legais.
  • Teoria do fogo.
  • Pontos e temperaturas.
  • Propagação do fogo.
  • Produtos da combustão.
  • Classificação dos incêndios.
  • Classes de incêndio.
  • Métodos de extinção do fogo.
  • Agentes extintores.
  • Quantidade e capacidades dos extintores.
  • Uso dos extintores.
  • Sinalização e localização dos extintores.
  • Distribuição dos extintores.
  • NBR 12962.
  • Equipamento de Proteção Individual (EPI).
  • Sistema Hidráulico Preventivo.
  • Sistemas de Chuveiros Automáticos.
  • Gases Liquefeitos de Petróleo (GLP).
  • Causa e prevenção de incêndios.
  • Abandono de área.
  • Instruções gerais em caso de incêndios.
  • Deveres e obrigações.
  • Primeiros socorros.

>> Carga Horária

24 horas

>> Conteúdo Programático

  • Primeiros Socorros.
  • Noções básicas para atendimento à emergência envolvendo produtos perigosos e toxicologia.
  • Acidentes ambientais.
  • Risco de perda de vida humana, impactos ambientais, danos à saúde da comunidade, prejuízos econômicos e danos psicológicos à população.
  • Atendimento Emergencial no Transporte Terrestre de Produtos Perigosos.
  • Ações a serem tomadas para minimizar os impactos ambientais, de acordo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), resolução 420 e NFPA 472.
  • Avaliação do cenário, do local do sinistro e medidas a serem adotadas para solucionar o problema.
  • Descontaminação de pessoas, equipamentos, veículos e área atingida.
  • Identificação, uso correto, manuseio e descontaminação de Equipamento de Proteção Individual (EPI).
  • Identificação e classificação de produtos perigosos, de acordo com a simbologia nacional, ONU, Resolução 420 e manual da Associação Brasileira da Indústria Química  (ABIQUIM).
  • Legislação do transporte de produtos perigosos, leis de crimes ambientais 9.605 e outros decretos.
  • Prevenção e combate a incêndio.
  • Noções das classes de incêndio e métodos da extinção e prevenção.
  • Ações a serem adotadas pelo primeiro a chegar ao local da emergência, agilizando a logística e demais necessidades, para o bom atendimento à emergência.
  • Simulados de emergência, com cenário próximo ao real com as ações das equipes de atendimento com o comando da operação;
  • Tipos de tanques DOT/INMETRO, identificação de carros-tanque pela forma e dispositivos (embalagens) de transporte de produtos perigosos;
  • Transbordo de produtos perigosos.
  • Como realizar transbordos seguros e com aterramento adequado.
  • Uso de equipamentos para medição e detecção de produtos perigosos.
  • Utilização de detectores de monitoramento de gases e fita tornasol.

>> Carga Horária

Básico: 8

Intermediário: 16

Avançado: 24

>> Objetivo

Manter os brigadistas aptos a realizar atendimento em situações de emergência, bem como legalmente habilitados após um ano da realização do treinamento.

>> Público-Alvo

Profissionais que já possuem treinamento de combate a incêndio.

>> Conteúdo Programático

TEORIA BÁSICA DO FOGO

• Triângulo do Fogo.
• Classificação dos combustíveis.
• Combustíveis.
• Energia para ignição.

TEMPERATURA

• Temperatura de ignição.
• Ponto de fulgor.
• Ponto de combustão.
• Ponto de ignição.

ESTUDO DA COMBUSTÃO

• Combustão.
• Tipos de combustão.
• Produtos resultantes da combustão.
• Tipos de fumaça.

TRANSMISSÃO DE CALOR

• Condução.
• Convecção.
• Radiação.

INCÊNDIO

• Classificação dos incêndios.
• Causas de incêndios.
• Classes de incêndio.
• Métodos de extinção de incêndios.
• Extintores de incêndio.
• Rede fixa de combate a incêndio.
• Legislação.

PRÁTICA

• Maneabilidade de extintores.
• Tática de combates às chamas.
• Combate a incêndios com mangueiras.
• Casa de fumaça.

EVACUAÇÃO DE EDIFICAÇÕES

• Controle do pânico.
• Pontos de encontro.
• Formas de evacuação.

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ESPAÇO CONFINADO NR-33

ESPAÇO CONFINADO NR-33

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O treinamento tem como objetivo capacitar todos os trabalhadores envolvidos, direta ou indiretamente, com os espaços confinados, sobre seus direitos, deveres, riscos e medidas de controle.

Existem dois treinamentos distintos, sendo:

- Trabalhadores Autorizados e Vigias – Obrigatório para profissionais que entrarão no espaço confinado e/ou permanecerão fora do espaço confinado, desempenhando a função de vigia, sendo responsável pelo acompanhamento, comunicação e ordem de abandono para os trabalhadores.

- Supervisores de Entrada– Obrigatório para o profissional operar a permissão de entrada e preencher e assinar a Permissão de Entrada e Trabalho (PET), assegurando trabalho seguro no interior do espaço confinado. O supervisor de entrada pode operar na função de vigia, quando necessário.

- Reciclagem – Obrigatória após um ano.

>> Requisitos

Idade: Ser maior de 18 anos.

Escolaridade: Exigimos que o treinando saiba ler e escrever, pois todo material didático apresentado e fornecido no treinamento depende dessa capacidade mínima.

Vestimenta: O aluno deve comparecer com roupa adequada e confortável, bem como calçado de segurança, para a realização das atividades práticas.

Saúde: A aptidão deve ser consignada no atestado de saúde ocupacional do trabalhador.

Atraso: A tolerância máxima é de 30min. Caso o aluno ultrapasse os 30min tolerados, não será permitida a realização do treinamento.

>> Material Fornecido

Apostila

Certificado

>> Avaliação

Para receber o certificado de conclusão de curso/treinamento, o participante deverá obter 70% de aproveitamento, tanto na parte prática, quanto na parte teórica. A avaliação prática é feita ao longo do curso/treinamento, no qual o instrutor observará o aproveitamento e as técnicas adquiridas pelo participante através das atividades de simulação. A avaliação teórica é realizada por meio de prova, com questões de múltipla escolha, conforme os conteúdos específicos do curso. Além da avaliação, o aluno deverá frequentar 100% do curso/treinamento. Os alunos que obtiverem faltas não receberão os certificados.

  • TRABALHADORES AUTORIZADOS E VIGIAS
  • RECICLAGEM TRABALHADORES AUTORIZADOS E VIGIAS
  • SUPERVISORES DE ENTRADA
  • RECICLAGEM SUPERVISORES DE ENTRADA

>> Carga Horária

 16 horas

>> Público-Alvo

Trabalhadores envolvidos na execução de serviços de manutenção e montagem, limpeza, inspeção e resgate em espaços confinados.

>> Conteúdo Programático

  • Introdução.
  • Conceitos básicos.
  • Riscos no espaço confinado.
  • Classificação dos espaços confinados.
  • Check list.
  • Profissionais do espaço confinado.
  • Permissão de Entrada e Trabalho (PET).
  • Responsabilidades.
  • Avaliação e controle dos riscos.
  • Equipamento de Proteção Individual (EPI).
  • Resgate em espaço confinado.
  • O socorrista.
  • Primeiros socorros.

>> Carga Horária

8 horas

 >> Público-Alvo

 Todos os profissionais que realizaram o treinamento de Trabalhos em Espaço Confinado – Trabalhadores Autorizados e Vigias, há um ano.

 >> Conteúdo Programático

  •  Introdução.
  • Conceitos básicos.
  • Riscos no espaço confinado.
  • Classificação dos espaços confinados.
  • Check list.
  • Profissionais do espaço confinado.
  • Permissão de Entrada e Trabalho (PET).
  • Responsabilidades.
  • Avaliação e controle dos riscos.
  • Equipamento de Proteção Individual (EPI).
  • Resgate em espaço Confinado.
  • O socorrista.
  • Primeiros socorros.

>> Carga Horária

40 horas

>> Público-Alvo

Trabalhadores responsáveis pela Análise Preliminar de Riscos (APR), emissão da Permissão de Entrada e Trabalho (PET), bem como da gestão dos trabalhos em espaços confinados.

>> Conteúdo Programático

  • Introdução.
  • Conceitos básicos.
  • Riscos no espaço confinado.
  • Classificação dos espaços confinados.
  • Check list.
  • Profissionais do espaço confinado.
  • Permissão de Entrada e Trabalho (PET).
  • Responsabilidades.
  • Avaliação e controle dos riscos.
  • Monitoramento dos riscos respiratórios.
  • Detectores de gases.
  • Equipamento de Proteção Individual (EPI).
  • Funcionamento de equipamentos utilizados.
  • Programa de proteção respiratória.
  • Legislação de Segurança e Saúde no Trabalho.
  • Resgate em espaço confinado.
  • O socorrista.
  • Primeiros socorros.

>> Carga Horária

 12 horas

>> Objetivo

O treinamento de reciclagem tem como objetivo manter o profissional capacitado para a prevenção de acidentes e procedimentos e medidas de proteção em espaços confinados, de acordo com a NBR 14787, que estabelece os requisitos mínimos para proteção dos trabalhadores e do local de trabalho contra os riscos de entrada em espaços confinados.

 >> Público-Alvo

Todos os profissionais que realizaram o treinamento de Trabalhos em Espaço Confinado – Supervisores de Entrada, há um ano.

>> Conteúdo Programático

  •  Introdução.
  • Conceitos básicos.
  • Riscos no espaço confinado.
  • Classificação dos espaços confinados.
  • Check list.
  • Profissionais do espaço confinado.
  • Permissão de Entrada e Trabalho (PET).
  • Responsabilidades.
  • Avaliação e controle dos riscos.
  • Monitoramento dos riscos respiratórios.
  • Detectores de gases.
  • Equipamento de Proteção Individual (EPI).
  • Funcionamento de equipamentos utilizados.
  • Programa de proteção respiratória.
  • Legislação de Segurança e Saúde no Trabalho.
  • Resgate em espaço confinado.
  • O socorrista.
  • Primeiros socorros.

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TRABALHO EM ALTURA NR-35

TRABALHO EM ALTURA NR-35

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Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de dois metros do nível inferior, onde haja risco de queda.  A NR-35 é uma norma que estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com essa atividade.

O risco de queda existe em várias áreas. Devemos intervir nessas situações de risco, regularizando o processo e tornando os trabalhos mais seguros.

Existem três tipos de treinamentos, para atender as necessidades da empresa, sendo diferenciados pela carga horária, técnicas e práticas:

- Básico

- Intermediário

- Avançado

- Reciclagem – Obrigatória após dois anos.

>> Objetivo

O treinamento tem como objetivo capacitar os trabalhadores para a utilização de técnicas e manuseio de equipamentos específicos para o trabalho em altura, conforme a NR-35, visando garantir segurança e integridade física deles e a proteção daqueles que transitam nas áreas próximas.

>> Público-Alvo

Profissionais e supervisores de trabalho em altura, brigadistas de emergência, técnicos de manutenção eletrotécnica, técnicos de telecomunicações, técnicos em segurança do trabalho, profissionais da área de segurança, engenheiros de segurança, socorristas, brigadistas, bombeiros civis e militares.

>> Requisitos

Idade: Ser maior de 18 anos.

Escolaridade: Exigimos que o treinando saiba ler e escrever, pois todo material didático apresentado e fornecido no treinamento depende dessa capacidade mínima.

EPIs: Cinto tipo paraquedista (pontos frontal e dorsal), talabarte com ABS, mosquetão, calçado de segurança, luvas de malha pigmentada, capacete tipo III classe B. Recomendamos o uso de bloqueador solar e óculos escuros, caso o treinamento ocorra em área externa.

Vestimenta: O aluno deve comparecer com roupa adequada e confortável, bem como calçado de segurança, para a realização das atividades práticas.

Saúde: A aptidão para o trabalho em altura deve ser consignada no atestado de saúde ocupacional do trabalhador.

Atraso: A tolerância máxima é de 30min. Caso o aluno ultrapasse os 30min tolerados, não será permitida a realização do treinamento.

>> Material Fornecido

Apostila

Certificado

>> Avaliação

Para receber o certificado de conclusão de curso/treinamento, o participante deverá obter 70% de aproveitamento, tanto na parte prática, quanto na parte teórica. A avaliação prática é feita ao longo do curso/treinamento, no qual o instrutor observará o aproveitamento e as técnicas adquiridas pelo participante através das atividades de simulação. A avaliação teórica é realizada por meio de prova, com questões de múltipla escolha, conforme os conteúdos específicos do curso. Além da avaliação, o aluno deverá frequentar 100% do curso/treinamento. Os alunos que obtiverem faltas não receberão os certificados.

  • BÁSICO
  • INTERMEDIÁRIO
  • AVANÇADO
  • RECICLAGEM

>> Carga Horária

8 horas

>> Conteúdo Programático

  • Noções de segurança no trabalho em altura.
  • Legislação aplicável.
  • Riscos específicos.
  • Riscos adicionais e atmosféricos relacionados.
  • Análise de riscos e condições impeditivas.
  • Definição e requisitos para procedimentos e permissão de trabalho.
  • Medidas de proteção coletiva contra queda de pessoas e materiais.
  • Equipamentos de Proteção Individual  (EPI) e de trabalho em altura: seleção e boas práticas.
  • Sistemas de segurança para prevenção e proteção contra quedas.
  • Noções teóricas de resgate básico e primeiros socorros.
  • Aprendizado de nós e sistemas de ancoragem.
  • Dinâmica de suspensão inerte.
  • Colocação e movimentação em estruturas com uso de talabarte duplo.
  • Instalação e deslocamento em estruturas com linhas de vida.
  • Noções básicas de técnicas de resgate.

>> Carga Horária

16 horas

>> Conteúdo Programático

  • Normas e regulamentos aplicáveis.
  • Sistemas e procedimentos.
  • Análise de riscos e condições impeditivas.
  • Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle.
  • Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para trabalho em Altura: Seleção, inspeção, conservação e limitação de uso.
  • Acidentes típicos em trabalhos em altura.
  • Aprendizado de nós.
  • Material suspenso.
  • Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva:
  •             Instalação e deslocamento de linha de vida.
  •             Comentários sobre instalações de pontos de fixação.
  •             Comentários sobre utilização de andaimes.
  •             Sistemas de ancoragem.
  •             Utilização de vara de manobra.
  • Condutas em situações de emergência, noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.
  • Preenchimento da Análise de Risco e Permissão de Trabalho Especial.
  • Preenchimento da ficha de avaliação.
  • Posicionamentos com o uso do cinto.
  • Trabalhos em equipe.
  • Condições inseguras.
  • Deslocamento em escadas tipo “marinheiro”.
  • Técnica de descida em cordas (rapel).
  • Técnica de subida em cordas.
  • Noções de autorresgate e resgate simples de vítimas.               

>> Carga Horária

40 horas

>> Conteúdo Programático

  • NR35 – comentada.
  • Segurança em altura.
  • NR’s relacionadas.
  • NBR’s e normas internacionais.
  • Riscos potenciais.
  • Uso, manutenção e seleção de EPI.
  • Aprendizado de nós específicos.
  • Uso correto do cinto de segurança.
  • Deslocamento em escadas.
  • Deslocamento em estruturas.
  • Linhas de vida flexíveis.
  • Técnicas de posicionamento para trabalho.
  • Uso de vara de manobra.
  • Técnicas de ancoragem de corda.
  • Técnicas de deslocamentos verticais por corda (ascensão e
  • descensão).
  • Técnica de resgate simples.
  • Procedimento operacional padrão.
  • Análise de riscos.
  • Permissão de trabalho – EPIs.
  • Ancoragem (instalação e sistemas).
  • Procedimento de emergência e salvamento.
  • Prático acesso por cordas.
  • Prático resgate em cordas.

>> Carga Horária

 8 horas

>> Objetivo

A reciclagem tem como objetivo manter os trabalhadores capacitados para a utilização de técnicas e manuseio de equipamentos específicos para o trabalho em altura, conforme a NR-35, visando garantir segurança e integridade física deles e a proteção daqueles que transitam nas áreas próximas.

>> Conteúdo Programático

  • Objeto, princípios e campo de aplicação.
  • Responsabilidades do empregador e dos trabalhadores.
  • Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SGSST).
  • Política de segurança e saúde no trabalho.
  • Planejamento e implementação do SGSS.
  • Avaliação de desempenho e revisão do SGSST.
  • Ações de avaliação, controle e monitoração de riscos.
  • Identificação dos riscos.
  • Valoração dos riscos.
  • Controle e monitoração dos riscos.
  • Ações de consulta e comunicação.
  • Relações entre contratantes e contratadas.
  • Atuação em eventos adversos e emergências.
  • Documentação de gestão da segurança e saúde no trabalho.

11 3422-2996 | contato@maiseguranca.com

 

 

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